Lenda Maçônica e livros anexados: A arte da felicidade e Moral e Dogma

Bom(oa) dia/tarde/noite a todos.

Recebi a postagem abaixo via e-mail, a mim encaminhada por Joaquim M. O. Pinto, “O ESCRITOR MAÇOM”, e publicada em seu site. Achei muito interessante, por isso repasso. Abaixo da transcrição, posto também dois novos livros para enriquecer a biblioteca eletrônica do Ir.’. esperando que seja de interesse e utilidade. Se você necessitar de algum título, solicite, e assim que possível, encaminho ao Ir.’. ou posto aqui mesmo.

Boas leituras.

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Uma Lenda Maçônica do Tempo

Um dia um velho pedreiro, livre e de bons costumes, sentado em uma pedra bruta, pôs-se a pensar sobre sua vida e sobre o seu trabalho de edificação numa bela cidade.

Como em um passe de mágica, o tempo começou a se mover, tudo ao seu redor começou a girar, e o pedreiro se viu dentro de um grande vórtice, onde o tempo caminhava para trás. Logo, em seguida, percebeu que estava em sua consciência o poder que fazia mover o tempo. Foi quando de repente, o tempo parou, tudo a seu redor eram trevas, havia silêncio, apenas uma voz inaudível falava em diálogo mudo em sua consciência. A voz do silêncio era sua única companhia. Naquele momento o silêncio lhe falava de um caminho que devia seguir e, que nela faria muitas viagens.

Gira mais uma vez o tempo, agora começa a se movimentar para frente, um vórtice lento se forma, mais tudo era escuridão. De repente, uma voz poderosa rasga o silêncio em meio a escuridão, dizendo: “Faça-se a Luz”, e um novo ritmo se estabeleceu. No meio de sons de batidas a voz disse: Sic trasit gloria Mundi”, e a luz rompeu as trevas de sua consciência.

Em meio a um cataclisma emocional, atordoado pelo barulho e ferido pela luz, veio a surpresa.

Entre os raios de luz que ofuscavam seus olhos, reconhecia amigos e cada um lhe apontava uma aguçada espada. E a voz que habitava o oriente brandou dizendo: “Não vos assusteis. Estas espadas a vós apontadas, significam que estão prontas a vos defender, mas também zelarão pela lei, caso vos falteis para com ela”.

Nesse momento, o tempo avançava novamente e tudo ao seu redor começava a girar, e ele viaja mais uma vez no tempo e, quando o tempo parou, lá estava ele se vendo como um Aprendiz nos mistérios da Edificação. Tinha no peito um grande orgulho e, uma motivação que transparecia no seu semblante. Faceiro, orgulhoso incansável de seu ofício, com braço firme, cheio de força, desferia o malho sobre o cinzel que apontava a pedra bruta.

Ao seu lado, incansável, o seu Mestre que lhe ensinava com satisfação todos os segredos do ofício, do empunhar do cinzel ao traçar da régua. Tudo tinha que ser justo e perfeito. O Mestre era rigoroso e tinha consciência da necessidade de agir como tal, porém era brando, paciente e muito tolerante.

O Mestre ensinava seu ofício com habilidade e sabedoria, transmitindo confiança e motivação a seus aprendizes. Ensinava que do conhecimento nasce a perfeição e, desta advém o equilíbrio. Ensinava, ainda, que a pedra teria que ser bem escolhida para poder ser bem trabalhada. Suas dimensões bem definidas e suas arestas bem aparadas, pois, a beleza da construção do edifício dependia desse trabalho. Era preciso conhecer, muito bem cada detalhe, do empunhar do cinzel ao golpe do maço, pois um desvio do cinzel ou uso errado da força, a pedra semidesbastada se tornaria bruta novamente. Na execução desse trabalho, ensinava que o corpo, a mente e razão deveriam tornar-se uma só entidade. O Mestre ensinava, ainda, que a majestade e a resistência do edifício está na dependência das bases onde foi construído. Somente uma base sólida é capaz de substituir à ação do tempo.

Assim, destacava que apenas um bom pedreiro constrói com perfeição e, que só um bom Aprendiz chega a se tornar um bom Mestre, porque só ensina aquele que, bem aprende, quer e tem competência.

Era uma grande escola, ali se ensinava verdadeiramente a Maçonaria.

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Livro Eletrônico: A Arte da Felicidade

O tema central do livro é a busca universal da felicidade. O livro apresenta o ponto de vista oriental, nomeadamente do budismo, a respeito de sofrimento e felicidade, apresentando-se como um guia prático para o ser humano encontrar a felicidade. Não se trata de um manual doutrinário ou catecismo religioso, nem de um livro de auto-ajuda, mas sim de uma análise racional de como eliminar o sofrimento.

O livro está dividido em cinco partes, as quais são subdivididas em capítulos. Cada parte foca em um dos aspectos que compõem o escopo da tese do Dalai sobre a felicidade.

* Primeira parte: O propósito da vida
* Segunda parte: O calor humano e a compaixão
* Terceira parte: A transformação do sofrimento
* Quarta parte: A superação de obstáculos
* Quinta parte: Reflexões finais

Título: Livro – Arte Da Felicidade, A – Um Manual Para A Vida
Título Original:
Subtítulo: ARTE DA FELICIDADE, A – UM MANUAL PARA A VIDA
Autor: Dalai Lama Xiv – Bstan-‘Dzin-Rgya-Mtsho
Tradução:
Editora: Martins Fontes
Assunto: Auto-Ajuda
ISBN: 853361201X
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 374

faça seu download pressionando a seguir: —–> Dalai Lama & Howard C. Cutler – A Arte da Felicidade

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Livro Eletrônico: Moral e Dogma

Albert Pike (29 de dezembro de 1809, Boston — 2 de Abril de 1891, Washington) foi um advogado, militar e escritor dos Estados Unidos. Albert foi reconhecido como gênio, falava dezesseis idiomas diferentes e conseguiu a patente de General-de-Brigada do Exército Confederado na Guerra Civil dos Estados Unidos da América. Albert Pike causou impacto ao publicar a obra Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, que tratava dos graus do Rito Escocês.

Moral e Dogma do Rito Escocês Antigo e Aceito na Maçonaria, ou simplesmente Moral e Dogma, é um livro de ensinamento maçônicos publicado pelo Conselho Supremo, Trigésimo Terceiro Grau, do Rito Escocês, Jurisdição do Sul dos Estados Unidos. Foi escrita por Albert Pike e publicada primeiramente em 1872. Houve diversas edições subseqüentes, mas exclusiva a posse ao maçom, não sendo distribuído, ou vendido, ao não iniciado. O livro é composto por orientações e ensaios de Pike que recopilou e estabeleceu as bases filosóficas, sociológicas, históricas, políticas, simbólicas e religiosas do Rito Escocês Antigo e Aceito. Elabora ensinamentos para os 33 graus do Rito Escocês. Pretende ser um guia para os que incorporam o Rito Escocês, e explica-se a compreensão de Pike e do simbolismo e da alegoria sobre os graus maçônicos. Trata-se de uma obra imponente pelo volume e pelos ensinamentos compilados, 861 páginas de textos e ensinamentos e mais um índice de referências com 218 páginas, possuindo trinta e dois capítulos, cada um que discute o simbolismo filosófico de cada grau da maçonaria em detalhes. No prefácio da edição de 1950, os editores escreveram sobre Pike: Ao preparar esta obra, o Grande Comendador foi quase Autor e Compilador, igualmente; uma vez que extraiu uma metade inteira de seu conteúdo das obras dos melhores escritores e dos pensadores mais filosóficos ou eloquentes. Talvez tivesse sido melhor e mais aceitável se tivesse extraído mais e escrito menos. O prefácio dessa edição afirmava: Todos estão completamente livres para rejeitar e discordar de qualquer coisa aqui que possa lhe parecer falsa ou insalubre. Embora discuta as minúcias dos rituais maçônicos em muitos detalhes, escreve-se de com linguagem arcana para não revelar os segredos maçônicos. Os movimentos rituais e os objetos são nomeados, mas não descritos. Em algumas edições mais antigas, a página de título do livro declara em grandes letras de imprensa: LIVRO ESOTÉRICO, PARA O USO SOMENTE DO RITO ESCOCÊS; PARA SER DEVOLVIDO NA SAÍDA OU NA MORTE DO SEU DETENTOR. Uma cópia do Moral e Dogma era dado a cada membro novo da Jurisdição do Sul até 1974, quando o membro atingia o 14°. O livro foi substituído inicialmente pelo Comentário de Clausen Sobre Moral e Dogma, escrito por Henry C. Clausen, 33°, Grande Comandante Soberano, e mais tarde pelo livro Uma Ponte para a Luz, do Dr. Rex Hutchens, 33°, G.’.C.’., sendo o livro recente que o Novo Rito Escocês da Jurisdição do Sul recebe hoje.

faça seu download pressionando a seguir: —–> Albert Pike – Moral & Dogma

Um T.’. F.’. A.’. e,

Até de repente!

Sobre omeganeo

"Três coisas agradam a todo o mundo: gentileza, frugalidade e humildade. Pois os gentis podem ser corajosos, os frugais podem ser liberais e os humildes podem ser condutores de homens."
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