O que somos?

Opinião:

Bom dia/tarde/noite, meus IIr.’.

Muito se diz que o MAÇOM tem que vivenciar, também emocionalmente o que aprende, para que a lição cale fundo em sua alma. Hoje, mais do que nunca, tenho consciência que essa é a mais pura verdade. Ao ler um comentário feito acerca de um post anterior, inicialmente, fui acometido por um turbilhão de emoções diferentes e conflitantes, de modo que permiti a mim, que elas fluíssem e se esvaissem uma a uma. Permiti que isso acontecesse, porque um grande amigo meu, uma vez me disse mais ou menos o seguinte: “não faça nada no calor da emoção, pense, reflita, regurgite e reflita mais de uma vez para que você possa escolher mais acertadamente qualquer caminho que pretenda seguir”. Em razão disso, me recolhi em meu templo interior e pratiquei essa filosofia.

Considerei os pontos referidos e, a primeira decisão que tomei foi a seguinte: Aprovar o comentário do Ir.’. publica-lo. Embora em um primeiro momento tenha sido impactante de forma negativa, me permitiu uma análise e me levou a decisões, que ainda estavam apenas alinhavadas em minha mente. Explico o porque. A intenção inicial do Blog era justamente essa, provocar a discussão saudável entre os IIr.’. e como fazer isso apenas com comentários que considero positivos, ou que eu escolha a publicação (aqueles que trabalham com blogs sabem que a moderação do que vai ser publicado pertence ao dono do blog). Não sou CENSOR, nem tenho a intenção de impedir qualquer manifestação pessoal dos IIr.’. , pois cada um escolhe ao longo da vida seu próprio caminho. Cada um tem sua própria verdade.

Aprendi com Platão em “o mito da cavrna”, através de uma figura de linguagem muito simples a idéia de que o ser humano é um ser essencialmente político. Ele assim afirmava e os gregos à época achavam que esse era um propósito que todos deveriam se dedicar, sendo, a primeira etapa, a busca sincera e confiante da Verdade. Essa começa quando decidimos nos transformar e implementarmos revoluções morais profundas e francas dentro de nós, baseadas no auto conhecimento. “Conhece te a ti mesmo” já dizia Sócrates. A maior parte de nossos sofrimentos são resultados de nossas próprias imperfeições e, para ajudar o próximo, é imperioso conhecer o ser humano. Somos o objeto de nossa maior busca. Quando nos conhecemos, aprendemos a compreender o próximo, afinal, “Nada que é humano me é estranho” ensinava Terêncio (180 a.C).

Dado o primeiro passo, que não é nada fácil, temos que dividir essas conquistas com aqueles que ainda se encontram afundados nas ilusões e contradições pueris da existência material. Por que estou dizendo isso? Já conquistei o Nirvana? Claro que não, porém quantos mais de nós se dedicarem a isso, menos árduo será o trabalho de nosso dia a dia. Essa ultima afirmação pertence ao Jornalista Henrique Beirangê, comentarista econômico e político.

Somente acho que ao escrever e tornar publicas idéias devemos considerar, de forma honesta e sincera, nossas limitações no exercício da neutralidade absoluta, praticar com maior franqueza a honestidade intelectual, e ficarmos conscientes da responsabilidade enorme que sobre nós recairá.

Tecidas essas primeiras considerações refleti se podemos ser maçons políticos? Busquei respostas em mim e também em outras fontes. Consultei amigos, conversei com vários IIr.’. e, me demorei a publicar este post porque queria ter convicção sobre como abordar o tema, delicado para alguns. Primeiramente gostaria que os IIr.’. averiguassem entre outros, o artigo assinado e publicado pelo Ir.’. Francisco Herles de Souza Matos, obreiro da ARLS Darcy de Moraes, 28, no link abaixo.

http://www.lojasmaconicas.com.br/artigo2/mac_politic2.htm

A partir disso, considero esclarecer a todos e em especial ao Ir.’. autor do comentário o propósito deste Blog.  Este É, antes de tudo, um blog maçônico e destinado a todos os maçons de qualquer potência ou rito, que dele queiram fazer uso, que queiram manifestar suas opiniões – assim como livremente fez o Ir.’. – ainda que contrárias à deste signatário. Repito: o espaço existe para isso, foi criado com essa finalidade, de forma que agradeço e MUITO  a oportunidade que me foi concedida de esclarecer.

Bom, permito-me usar das referências utilizadas pelo Ir.’. em sua manifestação: Vinicius de Moraes também disse em entrevista à revista Ele e Ela, em março de 1979, ao repórter Narceu de Almeida Filho, “Eu tenho um envolvimento político bastante grande, mas nunca o expressei em minha poesia, exceto quando surgiu como uma coisa válida, como em Operário em construção, Os barões da terra, Mensagem à poesia.  Mas são bons poemas.”, demonstrando dessa forma que até aquele que é considerado o maior poeta, como sinônimo de ócio criativo, e como um dos maiores adoradores da beleza feminina, também era um ser político.

Não vislumbro a utilização dos ditos “termos chulos”, e se a escrita como foi lançada possibilitou essa interpretação do Ir,’, tenho o dever de esclarecer que em absoluto foi a intenção. Não utilizei palavras grosseiras, baixas, obscenas ou pornográficas, tampouco “termos utilizados pela ralé”( conforme definição da Grande Enciclopédia Larousse Cultural, vol. VI, pág. 1388). Utilizei termos comuns utilizados por parte da mídia (infelizmente não uma pequena parte). Nenhuma autoridade, nenhum cargo público, nenhuma entidade ou instituição foi denegrida. Apenas foram mencionados atitudes desnecessárias e descabidas de pessoas que ocupam os cargos, e que muitas delas foram eleitas com a ajuda do meu voto, inclusive a que eu me permiti criticar no post.

Não se diga que persigo este ou aquele representante ou partido político. No post manifestei a posição apenas no âmbito Federal, mas também tenho restrições a atos e posicionamentos nos âmbitos municipal e Estadual, todos pertencentes a partidos políticos diferentes, e que fazem unicamente política para si e não para a população que juram defender e SERVIR, e que proporcionou a oportunidade a esses senhores de lá estarem.

Eu questiono sim, o que é feito contra meu semelhante. Vivemos todos em comunidade, os problemas que afetam meu próximo, um dia podem me afetar também, de forma direta ou indireta. E que melhor forma de servir (como cidadão e acima de tudo como maçom que ama seu próximo) do que firmar determinado posicionamento e defendê-l0.

Apenas para ilustrar, não faço isso apenas de forma escrita, mas pessoamente também. Perdoe-me, mas não me lembro se o Ir.’. se fazia presente quando outro Ir.’. pertencente aos quadros de nossa Loj.’. foi divulgar os números de sua administração e foi indagado por este colunista acerca do estado de abandono que se encontravam alguns bairros de nosso Município, da péssima qualidade da manta asfáltica, dos absurdos tempos de espera em semáforos ao longo de determinados trechos urbanos. Também não me lembro se o Ir.’. estava quando, em palestra com representante da CODESP sobre a construção da ponte de ligação entre Santos e Guarujá, foi também questionado acerca da existência de estudos de impacto ambiental, e acerca de estudos acerca da forma de minimizar os danos que serão causados à população do local que será expropriada  no local de construção da referida obra”.

Anteriormente já manifestei semelhante posição a representantes de outros partidos políticos. Volto a repetir, a partir do momento que eu escolho meu representante, eu tenho o dever de fiscalizar o bom uso que faz do cargo – que não é dele e sim, do povo – e o direito de criticar atitudes, que desaprovo, ou que considero desabonadoras ao ideal que o referido representante (muitos deles, nossos IIr.’.) manifestou a intenção de defender. Esclareço mais uma vez EU VOTEI nestas pessoas que estou criticando. EU POSSO em razão disso, do uso democrático de meu voto, cobrar qualquer atitude que eu considera ofensiva à credibilitade que eu depositei neles. MAIS. Como maçom, não existe nenhuma objeção em qualquer documento, legislação ou ritual, que me proíba de discutir assuntos políticos FORA DO TEMPLO. E é justamente neste espaço – fora do templo ritualístico – que eu tive a intenção de fazer isso.

Afinal, sou MAÇOM, e também sou CIDADÃO, que ama o Município que vive, embora não seja o meu natal, que ama seu Estado, e que, acima de tudo AMA e zela pelo SEU PAÍS (ainda me lembro e sempre vou me recordar do juramento prestado quando de nossa iniciação).

Não tenho a pretensão de INCULCAR em meus pares posicionamento nenhum. Afinal, não quero crer que dentro de nossa Instituição existam pessoas facilmente manipuláveis, pessoas que não sejam inteligentes, não saibam o que querem e que precisam de alguém que as dirija em determinado caminho. Como disse, considero que para ocupar o lugar que ocupamos na sociedade e em nossa Instituição, temos de ter discernimento, temos de ter equilíbrio, temos que ver as situações de diversos ângulos e formas e temos sim que manifestar nosso posicionamento aos nossos pares, para  tentar chegar a um denominador comum e para tomarmos algum posicionamento em defesa de tudo aquilo que juramos defender. Não creio que tenhamos jurado com alguma reserva mental, não é mesmo? Em um post anterior, questionei se somos construtores sociais. O meu posicionamento a esse respeito é afirmativo e para isso, temos que participar politicamene, ainda que no sentido apenas de nos posicionarmos, não no sentido de filiação partidária e ocupação de cargos administrativos. Não pretendo que todos tenham o mesmo partido político, mas que todos tenham um posicionamento político favorável à nossa sociedade, INDEPENDENTEMENTE DE IDEOLOGIA. A Ideologia é algo extremamente íntimo e pessoal e cada um tem o livre arbítrio para seguir a sua.

Nunca transmiti inverdades, nem manipulei consciências. Lido apenas com fatos públicos e documentados e, me questiono diariamente a esse respeito, sou crítico, principalmente autocrítico, cobro a mim muito mais do que cobro meu semelhante. Mas será que todos são assim? Será que todos questionam se a religião, se ramo econômico, se a instituição, se a política que seguem é real e permanece o tempo todo firme e resoluta no ideal inicial? Será que pelo amor à ideologia, aqui mencionada num sentido amplo, muitas vezes deixamos de nos despir da “viseira ideológica” para não encarar a realidade dos fatos? Confesso: até o início de meu horário de trabalho, como obreiro, fiz uso dessa “viseira ideológica”; Nossa instituição, me permitiu sorver o conhecimento e utilizar o saber para  discernir entre o “bem e o mal”, pelo menos no que diz respeito à minha verdade hoje.

Vejam bem, meu posicionamento não é imutável. A partir do momento que se me comprove que minha posição está equivocada, tenho humildade suficiente para me desculpar publicamente e assumir outro posicionamento.

A mídia é formadora de opinião. Concordo. Concordo também que muitos fatos são passados à população, sem o menor embasamento, gerando uma distorção de nossa realidade, pois fatos são colocados ao ar, sem a menor comprovação fática. Há razão em se afirmar isso. A par disso procuro antes de me posicionar, tentar entender o contexto das situações. Não ajo levianamente, divulgando boatos sobre qualquer fato.

Faço uso da liberdade de expressão, e procuro ser responsável e coerente com o que afirmo e faço. Deixe-me usar uma expressão muito em voga ultimamente, “Nunca antes na história desse país” houve tanta liberdade de expressão. É certo isso. Mas também é certo que após algumas pessoas manifestarem livremente sua expressão, algumas delas sofrem algum tipo de represália em decorrência do fato: Quer exemplos além dos que foram dados anteriormente? Os posso dar, são públicos a quem quiser os ver. E não somente por parte de Nossa Confederação.

Eu considero (ava?) como muitas outras pessoas, que o jornalismo praticado pela Rede Cultura de Televisão o mais isento, o mais sério de todos os jornalismos brasileiros, sempre pautado com reportagens imparciais e de qualidade comprovada, sempre em prol da defesa do interesse público. Até sexta-feita 07/07/10, quando o então diretor de jornalismo Gabriel Priolli planejou veiculação de matéria sobre pedágios. Foram entrevistados Serra e Mercadante, e não se consguiu ouvir posicionamento da Secretaria de Transportes do Estado, que não quis dar entrevistas, nem posicionamento oficial. Posteriormente no mesmo dia, Priolli foi chamado à direção do vice-presidente de conteúdo e informado que a matéria teria de ser derrubada, improvisando-se matéria anódina sobre “viagens de candidatos”, e ocorrendo no dia seguinte, 08, a demissão de Priolli. Semana anterior, ainda, Herodoto Barbeiro, apresentador do programa Roda Viva, da mesma TV cultura, foi demitido do cargo, justamente após questionar Serra acerca dos pedágios. Não bastasse ainda esses relatos de truculência do jornalismo por Serra, Miriam Leitão também sofreu na pele problema semelhante. Tambem ocorreram casos na RBS TV em Porto Alegre. Os fatos estão aí para quem quiser constatar. Ainda o jornalista Roberto Guedes da Radio Cidade e tantos outros casos à disposição de quem quiser e se dispuser a consultar e comprovar.

Não só no Brasil. Veja o presidene Hugo Chaves, que fechou emissoras de televisão, ou ainda interveio naquelas que não o apoiavam. Vejam a CNN, pois é, CNN que demitiu a jornalista Otavia Nasr, editora de noticiários do oriente médio, por manifestar “respeito” por um dirigente do hezzbolah, falecido recentemente. Foi sumariamente demitida por uma emissora que não cansa de denunciar abusos contra liberdade de imprensa e expressão, quando o assunto a favorece de alguma forma.

Mas voltando ao Brasil. Vamos lembrar somente mais um caso: Onde estão as “Meninas do JÔ?” Vocês se lembram desse quadro onde mulheres que discutiam assuntos diversos, inclusive políticos, que foi retirado do ar, justamente após haver manifestado um posicionamento político diverso ao dominante? É evidente, salta aos olhos, o bloqueio de informações, a demissão de jornalistas sérios, porém incômodos. É evidente a truculência com que são tratados os que questionam alguma coisa “fora do script”.

É verdade que tudo é livremente publicado, mas não são livremente divulgadas as conseqüências dessas publicações, até porque não é interessante na medida em que se comprovaria o nível de comprometimento da direção dessas corporações midiáticas com aquilo que a elas interessa.

Agora, voltando ao aspecto não maçônico atribuido ao blog no comentário, só quero questionar uma coisa: Ritualisticamente o que é a maçonaria? A resposta como todos sabem está nas páginas do ritual. Para que nos reunimos? A resposta está na mesma página um pouco mais acima.

Não sou, em absoluto tendencioso nem faço apologia politico-partidária. Apenas aponto problemas que EXISTEM efetivamente em nossa sociedade e proponho que ENTRE IIR.’. tentemos realizar MAÇÔNICAMENTE alguma tarefa conjunta para solucioná-los, ou amenizá-los quando possível. Apenas estou exercendo, COMO MAÇOM  e COMO CIDADÃO o mesmo direito que você tem, o “ABSOLUTO DIREITO”, de me permitir o “desplante” de escrever o que quero, para um público que se interessa.

Como disse anteriormente, não creio que em nossa instituição, existam pessoas influenciáveis, manipuláveis a ponto de sofrerem “lavagem cerebral” pelo simples posicionamento de um indivíduo que procura o melhor para a sociedade, pois somos todos de uma forma ou de outra afetados pelas decisões que vêm de cima.

Se eu errei, relembrem por favor os pp.’. do C.’. M.’. . Ele nos permite desviarmos um pouco do caminho no intuito da descoberta de nossas verdades.

Finalizando, me considero em contínuo processo de aprendizado, e como se sabe, todos os aprendizes necessitam de mestres que os orientem, que os ensinem, mas que permitam aos buscadores trilhar o próprio caminho, exercitando seu livre-arbítrio.

Não se sinta, meu Ir.’. pessoalmente atingido. Até o final de minha vida serei um aprendiz. Necessito de mestres, e nesse sentido, eu, preciso de você. Aprendemos mais com aqueles que eventualmente discutimos salutarmente do que com aqueles que simplesmente apóiam nossas idéias. Aprendi mais com você em um poucos dias, do que ao longo de alguns anos.

Não marque este blog como spam, eu vos peço gentilmente. RESPEITO, e muito, sua opinião e posicionamento. Todos os que estão aprendendo tem de encarar, hora ou outra, seus limites, e estes são muitas vezes definidos por seus pares. Se tomei a liberdade de contrapor tudo o que me disse em seu comentário, foi somente no intuito de crescermos como seres humanos (não é esse o propósito da real franco-maçonaria?). Mas sei também que todos têm seu livre-arbítrio, e se sua real intenção for a de não receber mais as postagems deste blog – O QUE REALMENTE MUITO ME ENTRISTECERÁ, é somente proceder como mencionado nos e-mails em que direciono a postagem. É só manifestar seu interesse em não mais recebê-lo, e com pesar retirarei seu nome de minha lista de contatos.

Eu, de minha parte, não excluo um Ir,’, de meu círculo de amizades, por ele pensar de forma diferente de mim, por manifestar posicionamento sócio-políico-religioso-econômico diverso do meu. Se assim o fosse, viveriamos em casulos e não usufruiríamos do maior benefício que advém da relação humana, o do crescimento através da convivencia entre irmãos, da troca de experiências e idéias e da consciência que sozinhos nada somos.

Nelson Rodrigues disse uma vez que toda a unanimidade é burra, não tenho e nem nunca tive a pretensão de ser o dono da verdade. Esclareço mais uma vez, apesar de nossas opiniões diferentes, que tenho a maior honra de contar com a presença e participação do Ir.’.

Não sou dono da verdade. Eu como todos, erro, e quando percebo, me retrato. Não tive a intenção de ofender a quem quer que seja, com um simples posicionamento pessoal. Minhas intenções foram puras e quem me conhece um pouco que seja, sabe como sou e sobre o que estou dizendo. Participo hoje da Maçonaria, como sempre participei, servindo antes de qualquer coisa.

No mais, continuarei com os demais posts do blog, como remessa de livros, curiosidades, cultura geral e maçônica, hospitalaria (em breve postarei uma apresentação em power point acerca de um hospital em Sorocaba com problemas em razão de campanha de desinformação que sofreu, problema conferido por um Ir.’. que receberá o credito pela apresentação do problema) e tudo o mais. Continuem e, por favor, participem. a gente só cresce assim.

Entendo que por tudo o que foi acima explicado, podemos e devemos sim, sermos políticos afinal, ainda existem os senhores da Caverna por aí, dificultando que desacorrentemos alguns irmãos a mais.

Finalmente, encontro-me sempre de p.’. e à or.’. para vocês.

Um T.’. F.’. A.’. e,

Até de repente!

Sobre omeganeo

"Três coisas agradam a todo o mundo: gentileza, frugalidade e humildade. Pois os gentis podem ser corajosos, os frugais podem ser liberais e os humildes podem ser condutores de homens."
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2 respostas para O que somos?

  1. Reinaldo disse:

    Estou contigo, meu ir.’.!

    Vamos começar a agir. Devemos temos a obrigação de sermos construtores socias e mudar o meio em que vivemos.

    Vamos dar um start em nosso intento!

    TFA.

  2. Amilton Antonio de Oliveira disse:

    Das Trevas nasce a Luz!!!! E a luz só se fará se tivermos a humildade de aceitar que nesta vida SOMOS ETERNOS APRENDIZES!!!!!
    Parabens meu irmão jamais desista do seu intento.

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