13 princípios da kabbalah; o pentagrama esotérico; links para revistas de religião PUC-SP

Salve, meus IIr.’.

Bom(oa) dia/tarde/noite a todos!

O post de hoje é mais voltado ao esoterismo e religiosidade, são três tópicos, sendo o primeiro relativo a um maxi-resumo dos princípios básicos da kabbalah, o segundo, um estudo acerca do pentagrama esotérico, texto anônimo, que recebi por e-mail, mas que considerei relevante para compartilhar e finalmente vários links para download de revistas de estudo de religião, editada pela PUC-SP. Não testei todos os links, mas realizei alguns downloads normalmente.

Leiam, aproveitem e divulguem!!!

O caminho é estreito, mas ao longo da jornada, sempre encontramos almas afins.

Uma ótima semana a todos e até sexta-feira, provavelmente, ocasião em que postarei vários livros da lei e também um pequeno estudo sob o primeiro compêndio legal a nos chegar intacto, confeccionado há pelo menos 4.000 anos: O código de Hamurabi.

Um T.’. F.’. A.’. e,

inté de repente!

13 Princípios Básicos da Kabbalah

1. Não acredite em nenhuma palavra que você ler.  Teste os ensinamentos aprendidos.

2. Existem duas realidades básicas: Nosso Mundo de Escuridão no nível do 1 por cento e a Realidade da Luz, que representa 99 por cento!

3. Tudo o que um ser humano deseja verdadeiramente da vida é Luz espiritual!

4. O propósito da vida é a transformação espiritual, passando  de um ser reativo para proativo.

5. No instante da nossa transformação, fazemos contato com a realidade dos 99 por cento.

6. Nunca – mas nunca mesmo – coloque a culpa em outras pessoas ou em eventos externos.

7. Resistir aos nossos impulsos reativos cria luz duradoura.

8. O comportamento reativo cria intensas faíscas de Luz, mas eventualmente deixa Escuridão em seu rastro.

9. Obstáculos são oportunidades de se conectar com a Luz.

10. Quanto maior o obstáculo, maior o potencial de Luz.

11. Quando os desafios parecerem esmagadores, injete certeza.  A Luz está sempre presente!

12. Mudança interna verdadeira é criada através do poder de DNA das letras hebraicas.

13. Todas as características negativas que você identifica nos outros são apenas um reflexo de suas próprias características negativas.  Só ao consertá-las em si mesmo, você poderá mudar os outros.

E finalmente, ACIMA DE TUDO:

Ame o seu próximo como a si mesmo.  Todo o resto é um mero comentário.

Agora vá e aprenda.

O Pentagrama Esotérico

Lemos em Fausto, do grande Iniciado alemão Goethe, o seguinte diálogo entre o Doutor Fausto e Mefistófeles:

“Mefistófeles: Bom; mas para sair, força é dizê-lo, acho um certo empecilho: e é ver pintado no limiar um ‘pé de feiticeira’.

Fausto: Tens medo do Pentagrama! Essa é boa! E quando entraste, diabão do inferno, emandingou-te acaso? Um gênio desses deixa-se assim lograr?

Mefistófeles: Repare o sábio! Aquele Pentagrama está malfeito. O ângulo que aponta para a rua não fechou bem.”

O Pentagrama Esotérico é um símbolo e um instrumento de meditação e de trabalho interior. A estrela de 5 pontas devidamente paramentada com os símbolos sagrados é chamada de Pentagrama Esotérico, Pentalfa Gnóstica ou Estrela Flamígera. No Pentagrama Esotérico acha-se resumida toda a Ciência da Gnosis. O Pentagrama expressa o domínio do Espírito sobre os Elementos da Natureza. O signo do Pentagrama chama-se igualmente Signo do Microcosmo e representa o que os rabinos cabalistas do Livro do Zohar chamam Microprosopio.

Pentagrama Esoterico

Pentagrama Esoterico

O Pentagrama sempre foi objeto de vivo interesse. Já utilizado pelos egípcios, ele foi também altamente considerado pelos druidas sob a forma de uma estrela regular de cinco pontas chamada “pé dos druidas”. Para Pitágoras, o Pentagrama era o símbolo do himeneu celeste: a fusão da alma com o Espírito. Ele dava ao número 5 o nome de “número do homem no microcosmo”. Entre os primeiros cristãos, o pentagrama representava Cristo, outra designação do Alfa e Ômega, do começo e do fim. Os alquimistas medievais recorriam à estrela de 5 pontas como sinal da Quinta Essentia, o quinto elemento, o éter-fogo ou, ainda, o Espírito Santo. É o sinal do Verbum Dimissum. Giordano Bruno considerava o número 5 como o número da Alma por ser composto (como ele o é) de igual e desigual, de par e ímpar. O Pentagrama é associado ao grau de Mestre Eleito da Maçonaria, no rito Escocês. No Pentagrama Esotérico estão inscritas as proporções exatas do Athanor, essencial à realização da Grande Obra.

O símbolo do Pentagrama Esotérico, como nós, estudantes gnósticos, o usamos em nossas práticas de Magia Cerimonial, é bem conhecido em toda a tradição ocultista, especialmente por causa do famoso livro de Eliphas Levi, Dogma e Ritual de Alta Magia. Mas não pensemos que foi o Mestre Levi quem criou, “inventou” este símbolo mágico. Por muitos anos o Pentagrama Esotérico foi conhecido como o “Pentagrama de Goethe”, pois este o mencionou em sua obra Fausto. Este emblema chegou a nossos dias graças aos 3 principais discípulos do Abade Trithemo, o verdadeiro criador do Pentagrama Esotérico. Esses discípulos foram: Paracelso, Cornélio Agrippa e o lendário Doutor Fausto de Praga.

Este Pentagrama Esotérico passou a ser mundialmente conhecido depois da publicação do Dogma e Ritual de Alta Magia. Posteriormente, o VM Samael Aun Weor chegou a realizar 3 correções deste símbolo: Ele agregou a estrela de 6 pontas, o hexagrama (pois o hexagrama é um dos símbolos do Deus Parvati, o Regente do Elemento Ar, assim como o Cálice representa a Água, o Cajado a Terra e a Espada o Fogo); alterou a palavra hebraica “Eva” e a substituiu por “Jeová”; e finalmente acertou o cálice, que originalmente estava inclinado (como podemos notar no livro de E. Levi), pondo-o em sua posição mais correta, em pé. Dizia o Mestre Samael que o Pentagrama ficaria assim completo em suas representações cosmogônicas e elementais.

O Pentagrama Gnóstico é a humana figura com quatro membros e uma ponta superior única, que é a cabeça. O Pentagrama, elevando para o ar seu raio superior, representa o Salvador do Mundo. O Pentagrama, elevando para o ar suas duas patas inferiores, representa o Bode do Aquelarre. Uma figura humana com a cabeça para baixo representa, naturalmente, a um demônio, ou seja, a subversão intelectual, a desordem ou a loucura.

O Pentagrama é o Signo da Onipotência Mágica. O melhor “eléctrum” é uma estrela flamígera com os sete metais que correspondem aos sete planetas. Estes metais são:

METAL PLANETA

Prata Lua
Mercúrio Mercúrio
Cobre Vênus
Ouro Sol
Ferro Marte
Estanho Júpiter
Chumbo Saturno

Na parte traseira do Pentagrama afixam-se os 7 metais acima descritos para que seu poder se amplifique ao máximo, de acordo ao grau de energia interna, especialmente sexual, por nós acumulado. Deve-se pedir a algum ouriver para que solde ou cole um microscópico fragmento dos 7 metais. No caso do mercúrio, por ser um metal líquido, deve-se criar um artifício para que este não escorra e se perca.

No Pentagrama Esotérico encontramos símbolos sagrados, astrológicos, astronômicos, cabalísticos e numerológicos de alta transcendência, os quais representam as diversas forças e poderes que o Mago deve manipular para sua proteção, autoconhecimento e auto-realização.

Palavras Hebraicas do Pentagrama Esotérico

Termo Hebraico Tradução Significado
Iod-He-Vau-He Um dos nomes sagrados de Deus, que pode ser traduzido por Jeová. É a Hoste dos Elohim que criaram o Universo por meio da Energia Criadora Sexual. É a Inteligência no Macrocosmo. Adam-Kadmon, o Adão Cósmico.
Adam Adão neste caso representa os Homens Solares, a família dos Pítris, os nossos antepassados que formaram a Raça Adâmica, os Deuses encarnados na Terra, representando a Inteligência no Microcosmo.
Pachad Sexto grau iniciático entre os místicos muçulmanos, significa domínio físico, emocional e mental, sucede o sétimo e último grau, o de Súfi.
Kaphir Um dos nomes assignados a Geburah-Marte. Estas quatro palavras, que também têm uma aplicação como nomes de poder, são para o Pentagrama um ponto medular na Magia Cerimonial. Evite-se seu uso quando se ignorar o Ritual.

O que Simboliza o Pentagrama Esotérico

O Pentagrama simboliza o domínio do Espírito sobre os elementos da natureza. Com este signo mágico podemos comandar as criaturas elementais que povoam as regiões do fogo, do ar, da água e da terra. Ante este símbolo terrível tremem os demônios, os quais fogem aterrorizados.

O Pentagrama com a ponta superior para cima serve para afugentar os tenebrosos. com a ponta para baixo, serve para chamá-los. Posto no umbral da porta com a ponta superior para dentro e os dois ângulos inferiores para fora ele não permite a passagem aos magos negros. O pentagrama é a Estrela Flamígera, o signo do Verbo feito carne. Segundo a direção de seus raios pode representar Deus ou o diabo; o Cordeiro Imolado ou o Bode de Mendés. Quando o pentagrama eleva ao ar seu raio superior representa o Cristo. Quando eleva ao ar suas duas pontas inferiores representa Satã.

O pentagrama representa o Homem Completo. Com o raio superior para cima é o Mestre. Com o raio superior para baixo, e as duas pontas inferiores para cima, é o anjo caído. Todo Bodhisatva caído é a estrela flamígera invertida. Todo iniciado que se deixa cair converte-se na estrela flamígera invertida.

O melhor Eléctron é uma estrela flamígera com os sete metais que correspondem aos sete planetas astrológicos. Podemos fazer medalhões para colocarmos no pescoço, anéis para trazermos no dedo anular. Ë interessante, também, desenhar a estrela flamígera sobre uma pele de cordeiro bem branca para tê-la dentro de casa, sempre no umbral da câmara nupcial. Assim, evitamos que os tenebrosos metam-se em nosso quarto. O Pentagrama também pode ser desenhado nos vidros das janelas a fim de aterrorizar os fantasmas e os demônios.

O Pentagrama é o símbolo do Verbo Universal de Vida. Podemos fazê-Io resplandescer, instantaneamente, com a entoação de certos mantras secretos. Nos “Upanishads Gopalatapani e Krishna” encontramos o mantra que tem o poder de formar instantaneamente, no plano astral, a terrível estrela flamígera, ante a qual fogem aterrorizados os demônios. Este mantra consta de cinco partes, a saber:

KLIM, KRISHNAYA, GOVINDAYA, GOPIJANA, VALLABHAYA SWAHA…

Ao vocalizar-se este mantra, forma-se instantaneamente a estrela flamígera, ante a qual fogem aterrorizados os tenebrosos do Arcano 18. Estes demônios atacam violentamente ao iniciado que está trabalhando na Grande Obra. Os devotos do matrimônio perfeito têm que travar tremendas batalhas contra os tenebrosos. Cada vértebra da espinha dorsal representa acirradas batalhas contra os Magos Negros, os quais lutam para afastar o estudante da Senda do Fio da Navalha.

O poderoso mantra que acabamos de mencionar tem três etapas perfeitamente definidas: Ao recitar o KLIM, que os ocultistas da Índia chamam A Semente de Atração, provocamos um fluxo de Energia Crística que desce instantaneamente do Mundo do Logos Solar, para proteger-nos. Abre-se, então, para baixo, uma porta misteriosa. Depois, por meio das três partes seguintes do mantra, infunde-se a energia crística naquele que o recita e, finalmente, por meio da quinta parte, o que receber a Energia Crística pode irradiá-la com tremenda força, para defender-se dos tenebrosos que fogem aterrorizados.

O verbo cristaliza-se sempre em linhas geométricas. Demonstra-se isto através de uma fita magnética, na qual fica gravado, por exemplo, um discurso. Cada letra é cristalizada em figuras geométricas. Basta, depois, fazermos vibrar a fita no gravador para que se repita o discurso.

Deus geometriza. A palavra toma formas geométricas. Estes mantras citados por nós tem o poder de formar, instantaneamente, nos mundos suprassensíveis a estrela flamígera. Essa estrela é um veículo de força crística e representa o Verbo. Com este poderoso mantra podem defender-se todos aqueles que estão trabalhando na “Frágua Acesa de Vulcano”. Esse mantra vocaliza-se silabando-o. Com ele devemos conjurar os demônios que controlam os possessos.

É urgente aprendermos a criar instantaneamente a estrela flamígera, e essa possibilidade temo-la quando entoamos o citado mantra, a fim de combatermos os tenebrosos.

*Revista REVER- Estudos da Religião*

A *Revista de Estudos da Religião (REVER)* é uma publicação eletrônica criada no primeiro semestre de 2001 sob o patrocínio do *Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo***, do Brasil.

Seus objetivos são informar o leitor sobre a pesquisa corrente (em especial no Brasil) e propiciar uma discussão meta-teórica em torno das Ciências da Religião. Ao mesmo tempo, a *REVER* pretende funcionar como elo de ligação para a discussão acadêmica internacional, abrindo espaço para artigos de autores de outros países, não só em língua portuguesa como também em inglês, espanhol, francês, alemão e italiano.

Números Anteriores 2009

*Março <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2009/index.html>* *”Religiões
Afro-brasileiras: diálogos culturais e hibridações”*

*Junho <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2009/index.html>* *”Geografia da
Religião – perspectivas e abordagens”*

*Setembro <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2009/index.html>* *”Ensino
Religioso: Um Caminho a Ser Consolidado”*
2008

*Março <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2008/index.html>* *”Religião,
Modernidade e Política: interpretações”*

*Junho <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2008/index.html>* *”Religiões entre o
Brasil e o Japão”*

*Setembro <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2008/index.html>* *”Mídia e
Religião”*

*Dezembro <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2008/index.html>* *”A Religião
entre Números”*
2007

*Março <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2007/index.html>* *”Religião e Ciência
– Tendências atuais (Parte I)”*

*Junho <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2007/index.html>* *”Religião e Ciência
– Tendências atuais (Parte II)”*

*Setembro <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2007/index.html>* *”Filosofia da
Religião”*

*Dezembro <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2007/index.html>* *”Religião Sem
Igrejas: Pluralidade no Processo – Da Desregulação Religiosa na
Contemporaneidade”*
2006

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2006/index.html>* *”Religião e
Sexualidade: discussões em curso”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2006/index.html>* *”Modernidade,
Pós-Modernidade e Religião: Debates, Desafios, Perspectivas”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2006/index.html>* *”Religião e
Arte”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2006/index.html>* *”Perspectivas
para o Hinduísmo”*
2005

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2005/index.html>* *”Protestantismos
e Pentecostalismos – Tendências e Propostas”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2005/index.html>* *”O Gênero Oculto
nas Religiões I”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2005/index.html>* *”O Gênero Oculto
nas Religiões II”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2005/index.html>* *”Theoretical
Issues in the Study of Religion”*
2004

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2004/index.html>* *”Santo Daime”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2004/index.html>* *”Religião e
Educação”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2004/index.html>* *”Religiões
Não-Cristãs: Tendências Atuais – Desafios – Reações”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2004/index.html>* *”O Estudo das
Religiões – reflexões (meta-) teóricas”*
2003

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2003/index.html>* *”Aspectos
históricos do Protestantismo no Brasil”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2003/index.html>* *”Aspectos do
Catolicismo no Brasil”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2003/index.html>* *”Devoções no
Brasil de Hoje”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2003/index.html>* *”Mística”*
2002

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2002/index.html>* *”Gênero e
Ciências da Religião”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2002/index.html>* *”Facetas da
Conversão Religiosa”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2002/index.html>* *”Religiões
marginais em tensão com a sociedade convencional”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2002/index.html>* *”Reflexões sobre
Novas Religiões Japonesas”*
2001

*Número 1 <http://www.pucsp.br/rever/rv1_2001/index.html>* *”Herança
Cultural e Inovação Religiosa”*

*Número 2 <http://www.pucsp.br/rever/rv2_2001/index.html>* *”O potencial
crítico das Ciências da Religião”*

*Número 3 <http://www.pucsp.br/rever/rv3_2001/index.html>* *”Temas
emergentes em Ciências da Religião”*

*Número 4 <http://www.pucsp.br/rever/rv4_2001/index.html>* *”Religião e
Religiões no Mundo Pluralista”*

Sobre omeganeo

"Três coisas agradam a todo o mundo: gentileza, frugalidade e humildade. Pois os gentis podem ser corajosos, os frugais podem ser liberais e os humildes podem ser condutores de homens."
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