Trabalho sobre Incenso; reações de nosso organismo;Links de livros mitologia;cidadania-zona azul;texto descontração.

Bom(oa) Dia/Tarde/Noite, meus IIr.’. e Amigos.

Começo o post de hoje com um trabalho de minha autoria, mas que não foi apresentado em loja, em razão de sua extensão, bem como do tempo limitado que dispomos para apresentação. Particularmente considero de suma importancia o incensamento dos ambientes, principalmente no que refere ao afastamento dos miasmas, das energias negativas e aos benefícios que esta prática simples propicia a todos que tomam contato com ela.

Vocês, em algum momento devem ter tido contato com alguma obra de Cristina Cairo, como “a Linguagem do corpo, I e II”, ou com a obra de Rüdger Dahlke, “A doença como linguagem da alma”, ou ainda com a obran cujo nome do autor não me recordo, “A doença como caminho”. Todas elas tratam da doença, com base em nossas reações físicas, e psicológicas a situações que nos submetemos em nosso dia-a-dia. Para quem ainda não conhece as obras, a seguir ao trabalho, começo hoje a apresentar um pequeno resumo. Em post futuro, procurarei inserir os e-books para download, se vocês se interessarem.

Hoje, muitos links de livros sobre mitologia para download. Tem muita coisa boa, muitas oportunidades de acréscimo de conhecimento. Se eventualmente algum link estiver quebrado e você não conseguir baixar, me informe, que eu o retifico. Afinal, o feedback de vocês sempre é bem-vindo.

Na parte de cidadania, uma notícia que chega sobre as “zonas azuis”, “zonas rosas”, “zonas verdes”, ou simplesmente áreas de estacionamento regulamentado pela municipalidade. Um consumidor de São Carlos que teve seu veículo furtado enquanto se utilizava desse serviço, processou a municipalidade e teve seu direito a indenização confirmado Tribunal de Justiça, gerando assim, jurisprudência favorável ao consumidor. Leia a matéria a seguir, extraida da Revista Consultor Jurídico.

Para encerrar, um momento de descontração: um texto intitulado: “depende da posição”.

Uma boa semana a todos, espero encontrá-los pelo caminho.

Um amplexo triplo e amistoso e,

Inté de repente!

Tema: Incenso, coadjuvante para o desenvolvimento espiritual

“No Altar do Incenso, como vimos pelas descrições anteriores do Tabernáculo e seu mobiliário, o incenso era continuamente oferecido ao Senhor. E o sacerdote que oficiava diante do Altar, olhava sempre em direção ao Propiciatório, acima da Arca, embora lhe fosse impossível vê-Ia por causa do segundo véu interposto entre o primeiro e o segundo departamento do Tabernáculo, o Lugar Santo e o Sanctum-Sanctorum. Também vimos, em relação aos Pães da Proposição, que o incenso simboliza o extrato, o aroma do serviço que prestamos de acordo com nossas oportunidades. Assim como o animal sacrificado no Altar de Bronze representa os. males cometidos durante o dia, assim também o incenso queimado no Altar de Ouro, que é um doce aroma para o Senhor, representa as ações virtuosas de nossas vidas”. (HP Blavatsky – Iniciação antiga e moderna)

LÉXICO:

Palavra derivada do latim incensus, significando acender, inflamar, o vocábulo incenso é utilizado para designar uma substância seca, resinosa e extremamente odorífera, de gosto amargo e picante, que é empregada desde aantiguidade como perfume para aromatizar ambientes, como forma de purificação,  para afastar insetos e em rituais religiosos, litúrgicos ou ritualísticos.

A resina utilizada na preparação do incenso é extraída através de uma incisão na casca de uma árvore terebintácea, o Olíbano (Juniperus Thurifera), que cresce no sul da península Arábica, na Somália e na Índia. O incenso derivado dessa resina é tido como da mais alta qualidade e se apresenta comercialmente na forma de grãos de diversos tamanhos. Tem aplicações medicinais mas é mais conhecido desde a antiguidade como purificador de ambientes dos templos para as cerimônias religiosas sob forma de fumaça através da combustão de referida substância odorífera. Nos dias atuais, usa-se a mistura do incenso a outras diversas resinas aromáticas.

O incenso através da História:

Os Egípcios talvez sejam os mais antigos na arte do preparo e utilização de incensos, sendo o mais famoso o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo, sob ritual altamente secreto, de efeito altamente benéfico.  Entre outras ocasiões no ritual de mumificação, eram utilizados ingredientes aromáticos, como o pez e a mirra, e no sepultamento onde eram queimadas resinas aromáticas próprias para a cerimônia, a fim de magnetizar o local e protegê-lo de eventual profanação. Plutarco o definiu da seguinte forma: “O incenso tem dezesseis ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam. Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram. Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam abster-se de contato sexual ou com a morte”. Plutarco ainda forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris. Esse povo queimava uma resina de delicado perfume, quando o deus RA despontava no horizonte, todas as manhãs, em seu louvor. No zênite, era adorado com mirra e ainda, no poente utilizavam as emanações do Kyphi. Os antigos egípcios tinham um ditado muito comum à época: “DEUSES amam fragrâncias”. A queima de incenso representava fato importante na adoração, e era realizada em templos, casas, ou até no trato de negócios, pois, criam estarem assim, os deuses próximos. Outras nações apresentavam semelhança de costume. Na antiguidade, o incenso era uma substância tão desejável e valiosa, que seus ingredientes se tornaram itens importantes no comércio, sendo trazidos por Caravanas que viajavam nas rotas de comércio, de países distantes. A Bíblia menciona em Genesis 37, 25 que José, o jovem filho de Jacó, foi vendido para comerciantes ismaelitas vindos “desde Gileade, e seus camelos carregavam ládano, e bálsamo, e casca resinosa, indo levá-los para baixo ao Egito”. A procura de incenso se elevou a tal forma, que foi criada a rota de Olíbano, estabelecida por mercadores de incenso, que aumentou o número de viagens entre a Ásia e a Europa.

Na antiga índia, os hindus sempre foram conhecidos por seus perfumes, eram apaixonados por aromas agradáveis. Foram dos primeiros povos a importar incenso da Arábia, mas utilizavam outras matérias aromáticas como benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O mais popular à época era o feito à base de Sândalo, e, de forma geral, eram queimados nos lares ou em rituais públicos. Atualmente no Cerimonial anual do Fogo, efetuado na Colina do Santo Lume, nas proximidades do Templo de Arunachala, é aceso o fogo, que é alimentado por quantidades imensas de cânfora e manteiga.

O Velho Testamento apresenta várias referências ao seu uso entre os judeus e a forma de sua confecção era semelhante à dos sacerdotes egípcios. A maioria dos pesquisadores concorda que a queima do incenso só foi introduzida em seu ritual por volta do século VII A. C.. Duas palavras hebraicas se traduzem por incenso, significando uma, propriamente, a espécie de goma, e a outra referindo ao fumo que sai do sacrifício e do incensário. Em Lv 2, 1 há referencia à sua oferta juntamente com outras oblações; em Ex 30, 1 a 9, sozinho sobre o altar do incenso; em Lv. 16, 12 e em Num 16, 17, em um incensário. A descrição de como se preparar o incenso se apresenta em Ex 30, 34 a 38; ocasiões cerimoniais para se queimar o incenso encontra-se em Ex 30, 7-8, e, finalmente menciona que no dia da expiação, era posto incenso sobre o fogo (Lv 16 13 a 13). Os israelitas tinham a oferta de incenso como símbolo de que suas orações eram ouvidas por Deus, tendo o rei Davi cantado a Javé no salmo 141, 2 “Seja minha oração preparada como incenso diante de ti”. Os israelitas não usavam o incenso como mero rito, eram cuidadosos para preparar e queimar o incenso da forma requerida por Javé. Os Sacerdotes tinham como um dos principais deveres, queimá-lo no tabernáculo. A Cyclopedia de McClintock e Strong declara: “De fato, queimar incenso parece ter sido considerado pelos hebreus como ato de adoração ou de oferta sagrada, tanto assim que não lemos nada sobre outro uso de incenso entre eles.”, porém nem todas as ofertas de incenso eram aceitáveis para Deus. Ele recomendava punições aos que não eram sacerdotes e que presunçosamente o ofereciam como se fossem. O incenso era ofensivo para Jeová quando ao mesmo tempo se empenhavam em atos de adoração falsa e enchiam as mãos com derramamento de sangue.

Na Grécia, começou a ser difundido no século VIII a. C., oriundo da Fenícia

Os Budistas difundiram seu uso por volta do século VII a. C. constituindo juntamente com os perfumes, uma das sete oferendas sensoriais que compunha um dos sete estágios da adoração.

Com referência ao islamismo, não há menção de seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.
Cerimônias de origem africana, ainda hoje fazem uso do incensamento, como pode ser verificado através dos vários ritos praticados no Brasil. Alguns historiadores, afirmam que as antigas escolas iniciáticas tiveram origem no continente africano.

Em Roma utilizava-se o incenso na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros, ervas, mirra e açafrão.

Os Cristãos foram os que mais demoraram a adotar o incenso em seus ritos. Só após o século IV ou V, e aí ocorre pequena divergência entre os pesquisadores, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene, tendo-se em mente que é uma homenagem a Deus, quando o padre que representa Cristo e os fiéis são incensados. A idéia é que com sua queima no incensário ou turíbulo, suba a Deus um aroma agradável de louvor e adoração. Não há qualquer registro da queima de incenso para fins religiosos pelos primeiros cristãos. Mcclintock e Strong em sua Cycopledia, menciona isso e o fato der ser o incenso característica do paganismo onde alguns grãos de incenso eram lançados por um devoto sobre um altar pagão em ato de adoração. Em vista do uso idólatra do incenso naqueles dias, não surpreende que os primeiros cristãos nem mesmo se envolviam no comércio de incenso.

O povo Maia também fazia uso de incenso, como comprovou o arqueólogo Edward Herbert Thompson, que ao explorar o Lago Sagrado dos Maias, em Chiche Itzá, no México, entre outros objetos sagrados, trouxe à tona dois estranhos torrões resinosos branco-amarelados. Após cheirá-los e prová-los, levou-os ao fogo, gerando, uma vez acesos um vapor estonteante que impregnou o ar.

Em Outros cultos é acessório comum às cerimônias mágicas, a fim de se neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou usado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Era usado tanto em magia branca, como em magia negra, conforme as tendências e a índole do mago iniciado. As famílias asiáticas, por costume, queimam incenso em templos ou diante de altares domésticos para honrar seus deuses e salvaguardar os mortos. Ele tem recentemente obtido popularidade mesmo entre os que não professam religião alguma. Alguns queimam incenso enquanto meditam, enquanto praticam yoga. Alguns manuais esotéricos recomendam seu uso para se chegar a “esferas superiores” e comungar “energias” do plano espiritual. Recomendam também a queima para manter contato com “seres sobrenaturais”, objetivando solução para problemas do dia-a-dia.

Na Maçonaria, embora seu uso não seja obrigatoriedade ritualística, ao menos no que pertine ao grau de aprendiz, as fumigações são coadjuvantes das cerimônias maçônicas que emprestam o caráter sagrado que deve reinar nos Templos, como cópias fiéis do Templo de Salomão. Rui Tinoco de Figueiredo no livro Minuto Maçônico relata a existência dentro do Templo de Salomão do altar da queima de incenso, não devendo o mesmo ser confundido com o altar dos perfumes. Diversos estudiosos a ele fazem menção, como o irmão Jules Boucher na obra La Sylbolique Maçonique, p. 121, Ed. Dervy, Paris) fala a respeito: “O incenso e sua fumaça possuem uma ação antisséptica certa, e esta ação física é acompanhada de uma ação psíquica; ele procura um estado de alma particular, propício à elevação espiritual. É por isso que deveria ser utilizado na Maçonaria, sobretudo durante as cerimônias de iniciação e consagração dos templos. O incenso da igreja não é uma resina pura. É uma mistura de diversas resinas, na qual às vezes não entra nenhum grão de incenso puro ou olíbano… Gomas resinas outras que o incenso podem servir para as fumegações. Citaremos entre outras: a Mirra, o Benjoim, a madeira de Sândalo, o Estoraque. Para as fumegações na Maçonaria, preconizamos uma mistura de Olíbano, Mirra e Benjoim, nas proporções seguintes: Olíbano- 3 partes; Mirra- 2 partes e Benjoim- 1 parte. Esta mistura, que produz um odor muito agradável, simboliza, em nosso conceito, os três mundos: divino, humano e material. O Irmão C. W. Leadbeater apresenta a mesma opinião no Livro A vida Oculta na Maçonaria. E mais, no Livro “A ciência dos sacramentos, nos diz que “o incenso transmite uma santa influência com o propósito de onde quer que entre seu perfume e por donde quer que passe uma quantidade mínima dessa partícula bendita, entranhará um sentimento de paz e pureza afugentando toda a discórdia de pensamentos e emoções. Oswald Wirth na obra O ideal iniciático diz: “com efeito a purificação suprema é obra do fogo que destrói no coração do iniciado até o último germe do egoísmo ou paixão mesquinha”; Raul Silva no livro Maçonaria Simbólica, acrescenta ”… Essas chamas devem acender nos corações dos maçons, o amor a seu semelhante, gravando na memória de todos a moral sublime da caridade e o princípio cristão de não fazer nada aos outros daquilo que não queremos que se nos faça”.

Tipos de Incensos, Maneiras de acender e Formas de Limpeza de ambientes:

Segundo estudos em aromaterapia, para cada finalidade, existe um tipo específico de incenso a ser utilizado. O incenso pode se apresentar em pastilhas, palitos, pó, e outras formas existentes no mercado, sendo os perfumes mais comuns, os de Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação. Alecrim: afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos. Alfazema: eleva o astral e transmite tranqüilidade. Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos. Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa. Cedro: aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas. Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança. Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica. Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo. Mirra: estimula a intuição. Patchuli: traz abundância e reativa a fertilidade. Pimenta da Jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte. Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor. Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição. Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte. Violeta: ajuda a espantar as energias negativas.

Alguns meios esotéricos, ainda relacionam aos signos zodiacais, direcionando a cada um o aroma ou aromas específicos.

Alguns tradições iniciáticas recomendam acender o bastão ou vareta de incenso preferencialmente com fósforo, ou lasca de madeira incandescente, e não com a utilização de isqueiro ou no bocal do fogão, a fim de não permitir a mistura do gás, que poderia vir a deturpar e anular qualquer efeito benéfico advindo do incenso. Orientam, inclusive a após a queima inicial da ponta do incenso, que se gire o mesmo no sentido horário para o melhor aproveitamento da queima e para que as energias dele se propaguem e limpem o ambiente da melhor forma, inclusive com a ajuda dos elementos do ar, os silfos e as sílfides. Pedem também que ao acender o incenso seja mentalizada a oração que mais lhe agradar.

Para se limpar o ambiente pedem seja seguro o incenso com a mão esquerda, percorrendo todos os cômodos do ambiente, reservando especial atenção aos cantos, pois tudo o que é negativo está impregnado nos cantos e deve diluir-se o mais rápido possível, recomendando-se a continuidade da oração.

No interior do Estado, os antigos o encaravam como um primeiro socorro à casa, e procuravam acender um, pelo menos a cada três dias para manter o ambiente limpo e protegido. Acreditavam que os demônios, ou espíritos inferiores não suportavam ficar no mesmo espaço físico onde existisse o perfume do incenso e que estes por esse motivo tentavam fazer com que o seu uso fosse interrompido.

CONCLUSÃO:

O Incenso sempre foi, ao longo da história, o símbolo de da purificação, o símbolo visível das aspirações da Alma à esferas superiores de consciência, ele tem a incumbência de levar a prece para o céu e seu uso é universal. Associa o homem à divindade, o finito ao infinito, o mortal ao imortal. Hoje as substâncias mais comuns nele encontradas, além dos extratos das fragrâncias são o sal grosso que vai atuar como esterilizador de emissões maléficas do sentimento humano e o carvão, utilizado para captação das baixas vibrações do ambiente visando a neutralização pelo sal grosso, sendo incineradas a seguir. Alguns estudiosos o relacionam ao elemento ar, outros, em conjunto ao elemento fogo. O incenso representa a percepção da consciência onipresente. Atualmente, se apresentam em diferentes fragrâncias que se prestam a diferentes papéis, sendo o mais comum, o da purificação, servindo como elo e facilitando a proximidade e a interação com nosso anjo guardião. Nosso estado emocional, quando experimentamos a queima do incenso se modifica, bem como se modificam as vibrações do ambiente. Os diversos aromas dos incensos atuais nos estimulam de diferentes formas. Pessoas mais evoluídas se agradam com o perfume, e aqueles que não se apresentam na mesma sintonia podem, diversamente, aborrecer-se.

Ao acender um incenso de boa origem e de qualidade, são liberadas substâncias provenientes do amálgama alquímico, que detém a propriedade de dissolver os miasmas negativos, e ainda nos sintonizar com o plano astral, contribuindo de forma decisiva para o recolhimento devocional e o estudo.

Para obter tais resultados, devemos nos precaver ao adquirir o incenso nosso de cada dia, pois a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e a Pro Teste, acenderam sinal vermelho ao incenso comercializado no Brasil. Realizados diversos testes e, em Cinco das marcas avaliadas foi verificado que a existência de substâncias tóxicas, a ponto de por exemplo ao queimar um incenso por dia, a pessoa inalar a mesma quantidade de benzeno –substância cancerígena– contida em três cigarros. Verificada no teste, também, alta concentração de formol, que pode irritar as mucosas. Essas substâncias nem de longe lembram as especiarias aromáticas com as quais o incenso era fabricado no passado. Não há qualquer informação de como os produtos são feitos e que substâncias que o compõem e o motivo é simples: falta de regulamentação própria, não sendo os fabricantes de incenso obrigados a fazer isso. Nas marcas indianas avaliadas, sequer existe o nome do distribuidor brasileiro na embalagem. A avaliação é realizada, simulando-se ambiente parecido com uma sala, onde são medidas após meia hora do acendimento, a emissão de poluentes VOCs (compostos orgânicos voláteis) e de substâncias capazes de causar alergias (benzeno e formol).

Tomando o devido cuidado, ao observar sua procedência e qualidade, podemos ter certeza que o incenso colaborará de forma a energizar e transmutar as energias do ambiente aonde se encontram bem como dos seres que ali se localizam , funcionando como purificador e condutor de vibrações, quer de pessoas ou ainda de locais, reforçando a tonicidade áurica, e auxiliando na obtenção da paz, sentimento de amor e prosperidade.

Reações de nosso organismo em resposta aos estímulos com que os bombardeamos:

O corpo engorda quando a insatisfação com o mundo aperta. Aprenda a aceitar as coisas como elas são, não seja exigente demais com você, nem com o mundo. Relaxe! Deixe a ansiedade desaparecer… O mundo é perfeito exatamente como é. E se sua frustração refere-se a resultados obtidos, sabia que você pode estar bem mais próximo(a) dos seus sonhos do que imagina. Tenha paciência, nada é impossível e o amanhã pode ser bem melhor, dê mais uma chance para você e seus sonhos. Antes de comer algo, pergunte-se: estou com fome de que? Se não for uma fome física e sim algo emocional/espiritual, não tente resolver com a comida. Coma o que desejar, mas apenas quando estiver com fome e esteja presente quando mastigar, foque no agora. Ao invés de engolir desepradaramente na frente daTV sem sentir o gosto da comida, saboreie cada mordida, sinta o sabor, cheire, feche os olhos, sinta a textura dos alimentos na sua boa e tenha gratidão a ele. Se você conseguir fazer isso, seu metabilismo funcionará perfeitamente e tudo que não for necessário, seu corpo expelirá.

A dor de cabeça aparece quando as duvidas aumentam e aparecem as críticas. Surge um desconforto como se você estivesse vivendo um problema sem saída. Relaxe, ore, medite, converse com alguém, peça ajuda! Confie mais em você e na vida. Acalme-se, tenha mais fé, creia mais em você e em Deus. Como dizem os orientais: Se um problema tem saída, resolva! E se não tem, por que se preocupar tanto? Neste caso, aceite-o!

Links de Livros sobre mitologia geral para download. Tem coisa muito interessante. Desfrutem.

http://www.4shared.com/document/BR6h8vKz/A_Religio_Celta.html
http://www.4shared.com/file/PF0Xz0-a/A_S_Franchini__Carmen_Seganfre.html
http://www.4shared.com/document/isUb1YYN/A_Francini_-_As_Melhores_Histo.html
http://www.4shared.com/document/H70HC0Qb/Contos_e_Lendas_da_Mitologia_G.html
http://www.4shared.com/document/hKlxhkyC/Dicionario_de_mitologia_grega_.html
http://www.4shared.com/document/YjyxqnOo/Epopeias_da_India_Antiga.html
http://www.4shared.com/document/J-UD1Y5N/Hancock_As_Digitais_dos_Deuses.html
http://www.4shared.com/document/QlUCNIzK/Herois_da_mitologia_grega.html
http://www.4shared.com/document/i2Olsrfp/Hcate.html
http://www.4shared.com/file/FaeCfy57/Jean_Lang___Mitos_Universais__.html
http://www.4shared.com/file/PkPKxHBq/LENDAS_SUMERIAS.html
http://www.4shared.com/document/K6QEYbkx/Mini-Dicionario_Mitologia_Greg.html
http://www.4shared.com/document/IMNt9q3j/Mistrios_Da_Lemria_E_Da_Atlnti.html
http://www.4shared.com/document/m_KCtGz_/Mitologia_Celta.html
http://www.4shared.com/document/En9_xwsG/Mitologia_Eslava.html
http://www.4shared.com/document/u2DdGoJI/Mitologia_Geral.html
http://www.4shared.com/file/CRc6T7W1/Mitologia_Geral.html
http://www.4shared.com/document/fY5oEfgs/Mitologia_Greco_Romana.html
http://www.4shared.com/document/4cuxcmi7/Mitologia_Greco-Romana_01.html
http://www.4shared.com/document/K_gFXi6g/Mitologia_Greco-Romana_02.html
http://www.4shared.com/document/kj-2KgGJ/Mitologia_Greco-Romana_03.html
http://www.4shared.com/document/VVlC9z5z/Mitologia_Greco-Romana_04.html
http://www.4shared.com/document/SBwzcTil/Mitologia_Grega_Contos_e_Lenda.html
http://www.4shared.com/document/sRHpCtMX/Mitologia_Grega.html
http://www.4shared.com/document/6rfQw4ma/Mitologia_Grega.html
http://www.4shared.com/file/p3A5VTqw/MitologiaGermnica.html
http://www.4shared.com/document/Rri2N4Fe/MITOLOGIAS_-_ROY_WILLIS.html
http://www.4shared.com/document/iOpvDQ3H/Mitoloogia_Celta.html
http://www.4shared.com/document/J8V4HIWI/Monica_de_Castro_Lembrancas_qu.html
http://www.4shared.com/file/06OhVqug/O_veu_e_a_espada_A_guerra_atra.html
http://www.4shared.com/document/vvnI156x/Os_Deuses_Celtas.html
http://www.4shared.com/document/h9_IEglI/OS_DEVAS.html
http://www.4shared.com/document/siftXl32/Os_Druidas.html
http://www.4shared.com/file/-uju0yNh/OS_MISTERIOS_DA_LEMURIA.html
http://www.4shared.com/document/N2WPS2SL/Philip_Ardagh_Mitos_e_lendas_c.html

Agora as Prefeituras pensarão duas vezes antes de licitar Zonas Azuis

 

TALONÁRIO DE ZONA AZUL

Revista Consultor Jurídico – O Estado de S. Paulo – Dever de Vigilância


Quem paga Zona Azul tem direito à segurança do carro ‘Optando o Poder Público pela cobrança de remuneração de estacionamentos em vias públicas de uso comum do povo, tem o dever de vigiá-los, com responsabilidade pelos danos ali ocorridos’. Assim, a empresa que administra a Zona Azul de São Carlos, foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 18,5 mil ao motorista Irineu Camargo de Souza de Itirapina/SP, que teve o carro furtado quando ocupava uma das vagas do sistema de Zona Azul da cidade de São Carlos, serviço explorado pela empresa.


A decisão é da 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmando sentença da comarca de Itirapina.


Agora já existe jurisprudência firmada!

Para se exercer a plena cidadania, é imprescindível a informação.

Fique ciente!!!!

INDEPENDENTEMENTE DO SEGURO PARTICULAR, AGORA PODEREMOS EXECUTAR AS PREFEITURAS!!!!


REFLITA:

DEPENDE DA POSIÇÃO…

Segundo estudos recentes:
parado em pé, fortalece a coluna;
de cabeça baixa, estimula a circulação do  sangue;
de barriga para cima
é mais prazeroso;
sozinho, é estimulante, mas egoísta;
em grupo,
pode até ser divertido;
no banho pode ser
arriscado;
no automóvel, é muito perigoso…
com frequência, desenvolve a imaginação;
entre duas pessoas
, enriquece o conhecimento;
de joelhos
, o resultado pode ser  doloroso… 

Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer
ou depois da sobremesa,
sobre a cama
ou na rede,
nus
ou vestidos,
sobre o sofá
ou no tapete,
com música
ou em silêncio,
entre lençóis
ou no “closet”:
sempre é um ato de amor e de enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica…

... Ler é sempre um prazer…!!!

DEFINITIVAMENTE, LER LEVA A DESFRUTAR DA IMAGINAÇÃO…

E VOCÊ ACABOU DE EXPERIMENTAR ESSE FATO…!!!


Sobre omeganeo

"Três coisas agradam a todo o mundo: gentileza, frugalidade e humildade. Pois os gentis podem ser corajosos, os frugais podem ser liberais e os humildes podem ser condutores de homens."
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