descoberta arqueológica; conhece música clássica?; chá verde; gravidade no planeta.

Salve meus queridos irmãos e amigos!

Viva! O amigo do alheio me visitou saindo de uma reunião, terça-feira, p.p. e levou embora meu querido veículo automotor. Felizmente, tenho amigos que me ampararam nessa hora “dificultosa”, não é Reinaldo, o cara tinha sérios compromissos no dia seguinte e teimou em ficar comigo até as 04:30 no DP para registrar a ocorrência, verdadeiro irmão se conhece assim… Porém… estou à pé  em p.’. e à ord.’. como sempre.

Trago hoje algumas notícias que garimpei pela NET, e que são de alguma forma interessantes para todos nós. Um livro em chumbo, dos primórdios do cristianismo; um artigo sobre  o contexto histórico de algumas musicas clássicas que ouvimos com frequencia e nunca nos questionamos acerca disso; os benefícios do chá verde como anticancerigeno e uma interessante reportagem cientifica sobre o mapa da gravidade do nosso planeta.

Aproveitem, e inté de repente (espero que o

Biblioteca: A “maior descoberta da história da arqueologia” pode revelar principais segredos do Cristianismo

Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 31 de março de 2011

O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido quase 2 mil anos em uma caverna do país do Oriente Médio.

As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.

O conjunto de cerca de 70 livros – cada um com entre 5 e 15 “folhas” de chumbo presas por aros de chumbo – foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.

Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.

Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.

Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.

O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.

O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.

Valor histórico

O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad, diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.

“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do Mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”, disse Saad.

“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia.”

Ante alegações tão fortes, quais são as provas?

As “folhas” dos livros – a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito – contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.

Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.

Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.

“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”

O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada do messias”.

Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”

Para Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.

“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado “estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.

A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.

“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.

Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde acredita-se que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã – e não puramente judaica.

“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”

Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. “Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo.”

O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.

Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também aparece no Livro das Revelações.

Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.

Testes

Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.

A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.

A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios.

Coluna da Harmonia

Coluna da Harmonia: Você ouve e acha que conhece música clássica?

1) “Lá vem a noiva” (ou “Bridal Chorus”, em português, “Marcha Nupcial”) – Richard Wagner

Porque você conhece: Quem dera um casamento no qual não tocasse essa música. Já foi tocada de todas as maneiras, desde órgãos a orquestras completas conforme a noiva caminha até o altar. Quando você ouve tal melodia, já sabe que a noiva está para aparecer, provavelmente toda vestida de branco.

O contexto original: Assassinato em massa. A música vem da ópera “Lohengrin”, na qual o “Bridal Chorus” é na verdade cantado para a heroína Elsa e seu novo marido, Lohengrin, por suas damas de honra após o casamento, não antes! As pessoas trocam as coisas, fazer o quê. Ah, e depois dessa canção, Lohengrin assassina cinco convidados do casamento, e larga Elsa.

Observação: Lohengrin não é uma ópera alegre, como você provavelmente adivinhou. O casamento dura duas canções. Depois que o machão assassino abandona Elsa (e por ser uma ópera), ela morre de tristeza. Assim, a música de órgão que se ouve em todos os casamentos hoje em dia é menos festiva e mais sinistra.

Link Bridal Chorus – clique para acessar o vídeo

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2) “Hallelujah Chorus” (da obra Messias) – Handel

Porque você conhece: assim como a “Marcha Nupcial”, as associações com “Hallelujah Chorus” são uma espécie de lenda da cultura pop. Essa música épica e alegre, que soa como um grito de pessoas felizes cantando “Aleluia”, é muito usada em filmes religiosos, ou tocada em qualquer filme quando algo bom acontece. Você mesmo já deve ter cantarolado essa canção para si depois de alguma pequena vitória.

O contexto original: O “Hallelujah Chorus” é, como você deve ter imaginado, sobre Jesus; vem de Messias, uma obra de coral inteiramente sobre Jesus Cristo. Porém, o “Hallelujah Chorus “, especificamente, é praticamente a trilha sonora para sua suposta segunda visita à Terra. É o fim do mundo como Jesus o conhece: Ele comanda o total extermínio em cima de uma nuvem negra monstruosa enquanto tudo abaixo se colapsa.

Observação: Existe um cronograma muito explícito em Messias. Cada peça de música é uma parte da vida de Cristo, do início ao fim até depois do fim. O “Hallelujah Chorus” obteve sua letra a partir do Livro das Revelações, amplamente conhecido como a parte “insana” da Bíblia. Estamos todos gritando, enquanto Jesus termina o mundo que nos rodeia. Dizem que quando Handel terminou “Hallelujah Chorus”, foi encontrado chorando. Seu assistente perguntou o que havia acontecido, e Handel respondeu: “Eu pensei ter visto o rosto de Deus”. Assustador.

Link Hallelujah chorus – clique para acessar o vídeo

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3) “O Fortuna” (da obra Carmina Burana) – Carl Orff

Porque você conhece: Procurando uma música terrivelmente dramática para usar no seu filme sobre vampiros? Desesperado para encontrar uma música que ilustrará super bem seu programa de TV sobre o fim do mundo? Encontrou imagens de um gatinho bonito e quer fazer um vídeo engraçado justapondo-as em trombetas com uma letra em latim sem sentido? “O Fortuna” é o que você está procurando. Incontáveis filmes, comerciais e qualquer coisa com drama já usaram essa clássica canção.

O contexto original: Enquanto a música foi escrita no século 20, todas as letras de Carmina Burana são retiradas de mais de 200 poemas medievais que são sobre: amor não correspondido; que estranha é a igreja, assim como o governo e o homem; beber. Soa como poesia de ensino médio? É porque é.

Observação: O super dramático “O Fortuna” é apenas uma canção totalmente revoltada que veio de um poema meio bobo escrito por algum estudante medieval. As letras são sobre apostas, jogos de azar, ter má sorte (e perder sua camisa nas apostas). O arranjo é de um compositor alemão muito estranho, que queria celebrar “o triunfo do espírito humano através do equilíbrio sexual e holístico”.

Link O Fortuna – clique para acessar o vídeo

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4) “The Year 1812” – Pyotr Ilyich Tchaikovsky

Porque você conhece: Você já ouviu essa, sem dúvida nenhuma. É uma música gloriosa que toca o tempo todo nos EUA (toca todo 4 de julho, feriado da independência), e aparece em filmes sempre que algo importante, ou excitante, ou explosivo, está acontecendo. Foi escrita por um cara russo, mas parece ser sobre a América. Talvez seja sobre a guerra de 1812 contra os ingleses, ou alguma outra batalha americana. É arrogante, triunfante, agressiva, e todo norte-americano pensa que ela diz “nós somos bons”.

O contexto original: Os americanos estão pagando de bobos. A música que toca todo 4 de julho é na verdade sobre uma batalha entre a Rússia e a França.

Observação: Havia mais de uma guerra acontecendo em 1812, e a batalha dos EUA com a Grã-Bretanha não era a mais importante. O “grand finale” da música (a parte mais conhecida) contrapõe tiros de canhão explosivos com o som de “La Marseillaise”, o hino nacional francês, para representar os defensores russos esmagando o exército de Napoleão na batalha de Borodino. E porque cargas d’água os EUA tocam essa parada enquanto estouram seus fogos de artifício?

Link Overture 1812 – clique para acessar o vídeo

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5) “Pompa e Circunstância” (“Military Marches”, em português, “Marchas Militares”) – Sir Edward Elgar

Porque você conhece: Qualquer um que já tenha se graduado em algo, ou comparecido a qualquer formatura, deve ter ouvido essa música. Também é comum em filmes, em momentos vitoriosos.

O contexto original: a música que nos lembra conquista é a primeira de uma série de uma espécie de “álbum conceitual” da virada do século 20. Conceito de quê? Sangue, guerra e morte de jovens.

Observação: A música não tem letra, mas em um esforço para definir do que ela se trata, o compositor Elgar prestativamente prefaciou seu significado com uma citação do poema “The March of Glory” (A Marcha da Glória), de Lord Tabley, que fala sobre marchar ao som de uma música que atrai os homens à morte, além de orgulho, nação, e outros temas (ou baboseiras militares, depende de sua posição quanto ao assunto). Ou seja, é sobre ansiosamente morrer em batalha. Mas não com significado positivo, do tipo “morrer em batalha é glorioso”. A música é uma forma de Elgar dizer: “Eu não acho que devemos marchar todos os nossos jovens para morrer na batalha”, o que os britânicos confundiram completamente, tocando-a para animar seus exércitos por anos. Pelo menos eles entenderam a parte da batalha corretamente, já que os americanos tocam a música em formaturas.

Link “Pompa e Circunstância – clique para acessar o vídeo

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6) “Ride of the Valkyries” (da obra “Die Walkure”, em português, “A cavalgada das Valquírias”) – Richard Wagner

Porque você conhece: Esta é provavelmente a música dramática mais famosa do mundo. Foi utilizada no filme “Apocalypse Now” como música de fundo para um ataque de helicóptero. Já tocou em inúmeros outros lugares, até desenhos animados (talvez principalmente em desenhos animados), e geralmente retrata pessoas indo para uma batalha.

O contexto original: Tocada em uma ópera sobre mulheres com lanças (exato!), você deve imaginar que “A cavalgada das Valquírias” (como a passagem musical é conhecida em português) é ouvida enquanto as bravas jovens batalham. Não. Está mais para tocada quando as luzes estão apagadas, a cortina está fechada e nada está acontecendo. Sim, a canção é tocada como abertura da obra.

Observação: Uma das músicas mais legais tocadas em brigas e batalhas foi na verdade feita para ser ouvida enquanto o público está sentado educadamente olhando para uma cortina. Foi uma tentativa do compositor de empolgar a audiência, mas não para uma batalha, para um show. Quando a cortina sobe e as mulheres finalmente aparecem, o resto da música é usado como som de fundo enquanto as Valquírias se cumprimentam antes de um dia de trabalho. Sem brigas, sem fúria. Quase entediante.

Link Ride of the Valkyries – clique para acessar o vídeo

Hospitalaria:

Benefícios do chá verde – anticancerígeno

Cientistas Identificam Substância Anticancerígena em Chá Verde Por Patricia Reaney

LONDRES (Reuters) – Cientistas espanhóis e britânicos descobriram como o chá verde ajuda na prevenção de certos tipos de câncer.

Pesquisadores da Universidade de Murcia (Espanha) e do Centro John Innes (na Grã-Bretanha) mostraram que uma substância conhecida como EGCG está presente na bebida, e que ela evita a multiplicação das células cancerígenas ao impedir a união delas com uma certa enzima.

“Mostramos, pela primeira vez, que o EGCG, presente no chá verde em concentrações relativamente altas, inibe a ação da enzima dihidrofolato redutase (DHFR), que é reconhecidamente um alvo de remédios de combate ao câncer”, disse à Reuters Roger Thorneley, do Centro John Innes.

“Pelo que sabemos, essa é a primeira vez em que se identifica como passível de ser inibido pelo EGCG o alvo reconhecido de remédios anticâncer”, acrescentou.

O chá verde possui até cinco vezes mais EGCG que o chá comum, mostraram estudos anteriores. O consumo da bebida diminuiu a incidência de alguns tipos de câncer, mas os cientistas não sabiam dizer como isso havia acontecido. E nem tinham determinado quanto chá verde uma pessoa tem de tomar para usufruir do efeito benéfico.

Segundo Thorneley, o EGCG é apenas uma de várias substâncias antic âncer presentes no chá.

“Identificamos a enzima em células de tumor que o EGCG ataca e entendemos como ele impede essa enzima de fazer DNA. Isso significa que talvez possamos desenvolver novas drogas de combate ao câncer com base na estrutura molecular do EGCG”, explicou o pesquisador.

Os cientistas resolveram analisar o EGCG depois de terem percebido uma semelhança entre a estrutura molecular dele e a de um remédio de combate ao câncer chamado methotrexate.

O EGCG une-se vigorosamente com a DHFR, uma enzima fundamental tanto para as células saudáveis quanto para as cancerosas. Mas a substância não se une tão vigorosamente quanto o methotrexate, o que diminuiria seu efeito colateral maléfico nas células saudáveis.

Dados de satélite formam mapa preciso da gravidade na Terra

Geoide é o modelo usado para representar o campo gravitacional do planeta. Foto: Esa/DivulgaçãoGeoide é o modelo usado para representar o campo gravitacional do planeta
Foto: Esa/Divulgação 

A agência espacial europeia (ESA) informou nesta quinta-feira que conseguiu mapear a gravidade da Terra “com uma precisão inigualável” por meio de dados colhidos pelo satélite Goce, que está em órbita há dois anos. O novo modelo foi apresentado em um workshop para jornalistas e cientistas em Munique, na Alemanha.

Os cientistas utilizaram o modelo de geoide para explicar o campo gravitacional da Terra, que é achatada nos pólos. De acordo com a agência espacial, para compreender um geoide basta imaginar a Terra coberta por água, sem marés e correntes.

O Goce possuiu um aparelho chamado gradiômetro que serve para medir mudanças sensíveis na gravidade da Terra. Os dados são renovados a cada dos meses o que, segundo os responsáveis pelo trabalho, colabora para garantir a eficiência do mapa criado para compreender a gravidade.

Com os dados do satélite, a ESO pretende proporcionar à comunidade científica informações sobre os oceanos e o clima, melhorando a compreensão da estrutura interna da Terra. Segundo a agência espacial, uma das contribuições dos dados de gravidade do satélite é no conhecimento mais profundo das causas dos terremotos, como o que assolou recentemente o Japão.

Por ser um fenômeno causado pelo movimento das placas tectônicas, os terremotos não podem ser observados diretamente do espaço, mas sua influência nos dados de gravidade são transmitidas ao satélite, podendo ser usados para compreender as catástrofes naturais e as maneiras de evitá-las.

Inté mais pessoal!

Sobre omeganeo

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